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DIEESE: Valor da cesta-básica recua em 16 capitais

Segundo levantamento, divulgado no dia 6 de junho, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o custo da cesta básica diminuiu em 16 capitais brasileiras durante o mês de maio e aumentou em 11 cidades.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, as maiores quedas foram registradas em Fortaleza (-4,39%), Palmas (-4,25%) e Salvador (-4,18%). O valor da cesta ficou mais caro, por outro lado, para quem mora no Recife (2,89%), em São Paulo (2,83%) e Aracaju (1,96%).

Alimentos

A batata teve predominância de alta de abril para maio na Região Sudeste. As chuvas e a oferta controlada fizeram com que seu preço da elevar em todas as cidades, conforme explica a nota do DIEESE.

O preço do café aumentou em 19 cidades neste mês, variando entre 0,31%, em Teresina, a 2,44%, em Manaus. Entre as capitais com redução, os destaques foram Fortaleza (-7,75%) e Goiânia (-4,45%).

Ainda, de acordo com o DIEESE, o preço do produto se mantém em tendência de queda, apesar do aumento da exportação e da demanda por óleo biodiesel.

O açúcar também ficou mais barato na maioria das cidades. Apenas em São Paulo, o valor se manteve estável, e em Maceió houve acréscimo de 0,69%.

Salário mínimo

O DIEESE calcula que o valor que o salário mínimo deve ter para suprir despesas básicas do trabalhador com base no custo da maior cesta básica.

Em maio, o valor de referência foi o de Porto Alegre. Nesse levantamento, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.869,92.

O valor é 4,13 vezes maior que o mínimo atual de R$ 937,00.

Em abril, o mínimo necessário era de R$ 3.899,66, ou seja, 4,16 vezes o valor do mínimo vigente.

Com dados do DIEESE

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